As ameaças de Nikolai Patrushev sobre a soberania da Polónia integram um padrão de provocações russas destinadas a testar a resiliência europeia e a influenciar processos eleitorais no continente. A estratégia russa oscila entre a pressão para negociações a curto prazo e uma escalada militar planeada para o início do próximo ano, visando exaurir o apoio ocidental à Ucrânia. Paralelamente, a militarização do espaço consolidou-se com a utilização de "satélites assassinos" e tecnologia laser, capazes de inutilizar redes de navegação e sistemas de drones inimigos. António José Telo, antigo professor da Academia Militar, sublinha que estas capacidades espaciais superam a eficácia de mísseis lançados a partir da atmosfera, tornando o domínio orbital um teatro crítico para a guerra moderna e para a neutralização de infraestruturas estratégicas adversárias.
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