
A inércia da NATO face às provocações russas, como a recente queda de um drone perto da fronteira polaca, revela a falha da ambiguidade estratégica ocidental. Bruno Cardoso Reis, historiador, defende uma resposta mais robusta, sugerindo a implementação de uma defesa aérea coordenada com a Ucrânia e o fornecimento de armamento avançado, como os mísseis Taurus. Paralelamente, a ausência da guerra na Ucrânia na declaração final da cimeira dos BRICS+ reflete a priorização de interesses económicos e a influência russa sobre o Sul Global. No Médio Oriente, a escalada dos Houthis no Mar Vermelho e os ataques a infraestruturas sauditas ameaçam desestabilizar o mercado energético, com o barril de petróleo a atingir valores críticos, expondo a falta de planeamento estratégico dos Estados Unidos perante as ameaças crescentes do Irão e dos seus aliados regionais.
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