
A rede de tráfico de droga, apelidada de "Uber da droga", operava através de um modelo de entregas personalizadas ao domicílio, servindo uma lista de clientes VIP que incluía atores, figuras de reality shows e profissionais de diversas áreas. O esquema, desmantelado pela PSP após uma investigação de um ano, funcionava com base em encomendas diretas, utilizando a casa da mãe do traficante como centro logístico e de armazenamento. O líder da operação, que contava com o apoio de um sócio e familiares, foi condenado a cinco anos e meio de prisão efetiva. O caso revela um submundo de consumo entre elites, marcado pela discrição e conveniência. O percurso do principal arguido, marcado por um passado de violência doméstica e um homicídio familiar na juventude, sublinha o contexto complexo que culminou nesta atividade criminosa de grande projeção pública.
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