

Enterrados no Jardim
Diogo Vaz Pinto e Fernando Ramalho à conversa, leve ou mais pesarosamente, fundidos na bruma da época, dançando com fantasmas e aparições no nevoeiro sem fim que nos cerca, tentando caçar essas ideias brilhantes que cintilam no escuro, ou descobrir a origem do odor a cadáver adiado, aquela tensão que subtilmente conduz ao silêncio, a censura que persiste neste ambiente que, afinal, continua a sua experiência para instilar em nós o medo puro. Vamos desenterrar, perfumar e puxar para o baile os nossos amigos enterrados no jardim, e deixar as covas abertas para empurrar lá para dentro aqueles que só aí andam a causar pavor e fazer da vida uma austera, apagada e vil tristeza.
Episodes


Laboratório de extinção. Uma conversa com Manuel Bivar

Nunca te foram ao cu. Uma conversa com Miguel Filipe Mochila

Bruxas, putas, cabras heréticas. Uma conversa com Luís Filipe Parrado

O Ânus Solar e o Sol Negro na edição portuguesa. Uma conversa com Frederico Neves Parreira

Ir colher laranjas ao pomar. Conversa com Alexandre Pomar

À Espera do Ultimato dos Educadores. Conversa com Maria do Carmo Vieira

Aquele em que fomos ao fundo arrastando connosco meio mundo. Conversa com Luís Miguel Rainha

O legado que fica nas toalhas das mesas de cafés. Uma conversa com Vladimiro Nunes

Génese do sindicato terrorista das letras. Uma conversa com Fernando Ramalho...

Suíte e Fúria. Uma conversa com Rui Nunes

”Um corpo sozinho é uma campa vertical”. Uma conversa com Vasco Gato

Beber uma coca-cola em casa do Manuel João Vieira

Querelas, bulhas, porrada de meia-noite... Uma conversa com João Pedro George

Para lá da actual guerra civil de egos, o que há? Conversa com Luhuna Carvalho

”Às vezes também lá vou pôr likes”, uma conversa com o Changuito, na Poesia Incompleta

O vaivém de Abril

O foco de luz no último estertor

Onde era sangue é só solidão

Saltar da janela
Follow this podcast in Podwise
Sign in to get AI summaries, transcripts and mind maps for any episode, including new ones.
