O Mar Negro consolidou-se como uma nova frente de escalada na guerra da Rússia contra a Ucrânia, marcada por ataques a navios mercantes e táticas de guerra híbrida, como sabotagem e ataques cibernéticos. A resposta europeia tem sido predominantemente retórica e pouco coordenada, revelando a necessidade urgente de um apoio mais robusto e unificado a Kiev. A persistente dependência europeia de combustíveis russos fragiliza a eficácia das sanções e evidencia um distanciamento estratégico em relação aos Estados Unidos, que integram os conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente numa visão global única. Paralelamente, os ataques dos Houthi contra infraestruturas críticas na Arábia Saudita, como aeroportos, levaram a restrições de viagem, enquanto Riade utiliza imagens de peregrinos em locais de ataque para deslegitimar a conduta dos agressores perante o mundo islâmico.
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