A vulnerabilidade da Ucrânia face aos ataques constantes de mísseis balísticos russos destaca as limitações dos sistemas de defesa Patriot, cuja eficácia é restringida por custos elevados, escassez de interceptores e uma capacidade produtiva insuficiente para responder à escala da agressão. Francisco Quelhas de Lima, docente da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, sublinha que, embora a Ucrânia concentre estes recursos em infraestruturas críticas, o impacto psicológico e económico sobre a população civil permanece severo. O conflito evoluiu para uma dinâmica de ataques profundos em território inimigo, com a Ucrânia a utilizar drones para infligir danos significativos. Paralelamente, a estratégia dos Estados Unidos em relação ao Irão foca-se no estrangulamento económico, visando desestabilizar o regime através do corte de relações financeiras e comerciais, numa tentativa de pressionar uma mudança política interna perante a crescente instabilidade regional.
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