
Nelson Vassallo, detido por lançar um cocktail molotov durante a "Marcha pela Vida", contesta a acusação de terrorismo através de uma estratégia de defesa focada na ausência de intenção ideológica ou de ferir os manifestantes. A defesa alega que o ato visava apenas criar um impacto mediático para chamar a atenção para a crise da habitação, causa à qual o suspeito está ligado através do "Movimento Ocupa". Argumenta-se que a trajetória do engenho, lançado em arco, prova a inexistência de um alvo humano. Contudo, a investigação da Polícia Judiciária sustenta a gravidade do crime, apontando para a premeditação na preparação do engenho e a descoberta de documentação extremista na residência do arguido. O caso levanta questões jurídicas sobre a definição de terrorismo face a atos de violência simbólica e o impacto da pressão mediática nas medidas de coação aplicadas.
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