
A instabilidade geopolítica global define o cenário atual, com a Ucrânia a manter resistência militar e diplomática face à Rússia, sustentada por novos fundos europeus e pela eficácia no uso de drones. No Médio Oriente, o bloqueio do Estreito de Ormuz persiste como uma ameaça crítica à economia global, agravado por um cessar-fogo frágil e pela imprevisibilidade da política externa dos Estados Unidos, onde a demissão em massa de chefias militares sinaliza uma gestão de crise atípica. Paralelamente, o envolvimento dos Emirados Árabes Unidos no Sudão, através de mercenários colombianos, ilustra a complexidade dos conflitos regionais. Em Portugal, a análise histórica do 25 de Abril destaca a revolução como um marco fundamental na "terceira vaga" de democratizações, diferenciando-se de outros processos revolucionários pela transição para um regime pluralista, apesar das tensões e incertezas inerentes a qualquer mudança de regime.
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