
As negociações entre Israel e o Líbano em Washington enfrentam um ceticismo considerável, com o historiador Bruno Cardoso Reis a sublinhar a relutância de Israel em abdicar da sua dimensão militar e a dificuldade do Estado libanês em desarmar o Hezbollah sem desencadear uma guerra civil. A tensão no Estreito de Hormuz, exacerbada pela retórica de Donald Trump sobre a destruição de embarcações que coloquem minas, revela um caos estratégico sem objetivos claros, agravando a instabilidade nos mercados petrolíferos e pressionando o preço do barril de Brent. Paralelamente, a aprovação de um empréstimo de 90 mil milhões de euros pela União Europeia à Ucrânia sinaliza uma convergência renovada entre os Estados-membros, facilitada pela saída de Viktor Orbán, embora persistam divisões pragmáticas sobre as relações económicas com a Rússia. O cenário global permanece marcado por impasses diplomáticos e riscos de escalada militar em múltiplas frentes.
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