
A detenção de um homem de 39 anos, suspeito de lançar um cocktail molotov contra a "Marcha pela Vida", marca uma reviravolta na investigação, que passou da PSP para a Unidade Nacional de Contraterrorismo da Polícia Judiciária. Inicialmente tratado apenas como um caso de posse de arma proibida, o incidente é agora investigado sob suspeitas de terrorismo, tentativa de homicídio e crime de incêndio. O suspeito, um designer com percurso internacional, era um militante do Partido Socialista, que entretanto suspendeu preventivamente a sua filiação. A demora na transição do processo entre forças policiais impediu a recolha atempada de provas digitais e o interrogatório de potenciais cúmplices, levantando questões sobre a eficácia da resposta inicial das autoridades perante um ataque deliberado contra manifestantes pacíficos. A investigação prossegue com a possibilidade de novas detenções.
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