O painel de comentadores analisa os resultados das eleições, focando-se no crescimento do Chega e no seu impacto no panorama político português. Miguel Morgado compara o estilo de Ventura ao de Marcelo Rebelo de Sousa, enquanto António Vitorino observa que Ventura não procurou alargar o seu eleitorado na segunda volta, optando por consolidar a sua base. Clara Ferreira Alves argumenta que Ventura capitaliza na economia da atenção, mas carece de um programa claro, e analisa a transferência de votos da esquerda para o Chega. João Cotrim de Figueiredo destaca o aumento dos votos brancos e nulos como um sinal de descontentamento com o sistema e aponta para a existência de três blocos políticos em Portugal: dois estatistas e um de direita democrática reformista.
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