A entrevista com Ricardo Arocho Pereira explora a sua visão sobre humor, ideologia e o papel da arte na sociedade. Ricardo defende a leitura como um mandamento essencial, influenciando culturas e promovendo igualdade no acesso à informação. Ele partilha como a sua educação diversificada, entre o rural e o religioso, moldou a sua capacidade de distanciamento crítico, essencial para o seu trabalho humorístico. A conversa aborda os limites do humor, com Ricardo a defender que se pode rir de tudo, embora reconheça a complexidade de equilibrar sátira e respeito. Ele reflete sobre a ineficácia do humor como ferramenta de persuasão política, mencionando estudos que comprovam o "discounting queue". A entrevista conclui com uma discussão sobre a natureza da arte e o papel do humorista como um confessor de pensamentos inconfessáveis, desafiando dogmas e promovendo uma visão experimental do mundo.
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